Menu

Acesse nossa rádio também nas redes sociais: 

16 99776 -1011


Paulo Ricardo e RPM brigam para usar nome da banda e tocar hits

17 MAI 2018
17 de Maio de 2018

Paulo Ricardo e os demais integrantes do RPM se desentenderam e resolvem se separar. Mais uma vez. Esse já é quarto rompimento da formação original de uma das bandas mais bem-sucedida dos anos 80.


E os motivos, agora, não diferem do que ocasinou o fim antes: desentendimentos sobre percentuais de lucro, propriedade intelectual e descumprimento de contratos voltaram a assombrar o cotidiano do quarteto.


Desde março de 2017, quando fizeram um show a bordo de um cruzeiro, a banda nunca mais se uniu. Com contrato vigente até o fim daquele ano, Luis Schiavon, P.A. Pagni e Fernando Deluqui procuraram Paulo Ricardo para ensaiar e realizar shows, mas em vão. O músico passou os meses que faltavam para concluir o acordo priorizando a carreira solo e as participações em programas da TV Globo.


Mas não foi só isso. Segundo o advogado Spencer Toth Sydow, desde então a banda está impedida de utilizar a marca RPM, porque Paulo Ricardo a registrou apenas em seu nome.


— Em 2007, houve um acordo para que os músicos não explorassem o nome RPM individualmente. O Paulo concordou em registrar a marca no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), mas depois eles acabaram por descobrir que o registro tinha sido feito só em nome do cantor.


Por conta disso, a banda não tem permissão de fazer shows ou lançar músicas com o nome RPM sem a autorização de Paulo Ricardo ou a participação dele na formação.


Em contrapartida, o advogado que representa o RPM entrou com uma ação na qual Paulo fica proibido de tocar qualquer música composta em co-autoria em seus shows solo através de um bloqueio feito em conjunto com a Warner Chapell (editora do tecladista). O descumprimento geraria uma multa de R$ 50 mil, mas não foi acatado e uma liminar de março deste ano derrubou essa decisão.


— Nós vamos cobrar todas as quebras de contratos e multas acumuladas nesse período. Se ele não quer mais integrar o RPM, deve pelo menos ter a honestidade de liberar o uso da marca, já que ele não é o único responsável pela criação e sucesso do grupo. E sem esssas pendências, os dois lados ganham. 


Na última semana, Paulo Ricardo inseriu um complemento ao processo no qual diz que não se opõe à exploração das músicas e do nome por parte da banda. Mas isso não significa que ele concorde em obedecer a decisão da Justiça sobre a titularidade da marca RPM, que foi estipulada para ser dividida entre os quatro.


A reportagem do R7 procurou Paulo Ricardo por telefone e e-mail, mas não conseguiu retorno do artista até a publicação desta matéria. Apontada como a empresa responsável pela assessoria de imprensa do músico no Facebook, a Perfexx comunicou que não presta serviços a Paulo Ricardo há pelo menos dois anos.


Fonte: R7

Voltar

Início      A rádio      Programação     Contato


DBC COMUNICAÇÕES S S LTDA
Rua Episcopal, 2717 Centro São Carlos -SP
16 3307 1011 / 16 3307 1012